Clube de Alex fecha grande negociação com apoio de Vini Jr

O Athletic-MG, sob a liderança do ex-jogador Alex de Souza, acaba de fechar um acordo com a norte-americana Nike. A marca vai fornecer todo o material esportivo do clube de São João del Rei. A expectativa é que os novos produtos, com a famosa logo da Nike e sua tecnologia, sejam lançados em agosto. Em breve, detalhes sobre as camisas e roupas de passeio estarão disponíveis, assim que o contrato for oficializado.

Com essa nova parceria, o Athletic diz adeus a uma longa relação com a fornecedora mineira Kickball. Vale destacar que o atacante Vini Jr, do Real Madrid e da seleção brasileira, teve um papel importante na negociação entre o clube e a Nike. Desde 2025, a Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Athletic é liderada pelo empresário Thássilo Soares, que também é o agente do jogador.

Além do Athletic, outro clube associado a Soares, o Alverca, de Portugal, também firmou um contrato com a Nike. No Brasil, a gigante do esporte patrocina times como Corinthians, Vasco e Atlético-MG. Sob a direção de Alex, o Athletic busca melhorar seu desempenho na Série B, atualmente ocupando a 10ª posição com 17 pontos, apenas um ponto atrás do Fortaleza, que está no G6.

Na próxima quarta-feira, o time mineiro enfrentará o Sport, em uma partida importante da 12ª rodada da competição. O jogo acontece na Ilha do Retiro, às 21h.

Enquanto isso, Vini Jr está focado na preparação para a Copa do Mundo de 2026 com a seleção brasileira. O atacante deve ser titular na partida amistosa contra o Egito, marcada para este sábado. A seleção vem de uma vitória contundente por 6 a 2 sobre o Panamá, o que deixou os torcedores animados. No entanto, Neymar não estará em campo, pois se recupera de uma lesão na panturrilha.

Os zagueiros titulares Gabriel Magalhães, do Arsenal, e Marquinhos, do PSG, estão de volta à equipe, já que não participaram do jogo anterior por estarem na final da Champions League. O atacante Gabriel Martinelli também se juntou ao grupo, mas deve começar no banco. Mudanças na escalação, especialmente no setor de ataque, são esperadas.

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João Ribeiro