Carlo Ancelotti está prestes a repetir pela primeira vez a mesma escalação com a seleção brasileira. Após uma vitória impressionante por 3 a 0 sobre a Escócia, a expectativa é que o Brasil entre em campo contra o Japão nesta segunda-feira, dia 29, às 14h (horário de Brasília), com os mesmos 11 que brilharam na última partida.
Desde que assumiu o comando da equipe em junho de 2026, Ancelotti parece ter encontrado a formação ideal. Se não houver nenhum imprevisto, como lesões nos treinos, o Brasil jogará no Estádio de Houston, no Texas, com a mesma escalação da fase de grupos, que já mostrou força e entrosamento.
Na partida contra a Escócia, o time seguiu a estratégia que Ancelotti desejava desde o início: um ataque dinâmico, centrado em Vinicius Júnior. Essa abordagem já havia sido testada na estreia do técnico, em junho de 2025, contra o Equador. Depois de várias tentativas, a equipe finalmente parece ter encontrado seu jeito de jogar.
Ancelotti comentou sobre a evolução da equipe após a vitória sobre a Escócia. Ele ressaltou que, embora ainda haja aspectos a melhorar, o time está se tornando mais coeso. A solidez no mata-mata é vital, e ele acredita que a seleção está se mostrando bem estruturada.
### A Chegada de Ancelotti e a Evolução do Time
Ancelotti chegou à seleção brasileira em maio de 2025, após uma exitosa passagem pelo Real Madrid, onde trabalhou ao lado de Vinicius Júnior. O atacante, que já tinha conquistado títulos importantes com o técnico, agora é uma peça-chave na nova formação. Desde que Ancelotti assumiu, o Brasil enfrentou dificuldades com a ausência de Neymar, que estava machucado. Vinicius, apesar de ter se destacado na Copa do Mundo de 2022, ainda não tinha encontrado seu espaço no ataque sob a batuta de outros técnicos.
Na estreia, o Brasil não conseguiu marcar contra o Equador, mas a formação era semelhante à que jogou contra a Escócia. Vinicius se destacou como o jogador mais próximo do gol, atuando ao lado de Richarlison e Estêvão. A ideia de Ancelotti era dar liberdade a Vinicius para explorar o campo, o que já se tornou uma característica do seu jogo na Copa do Mundo.
### Desempenho de Vinicius Júnior
Vinicius Júnior participou ativamente dos gols da seleção nesta Copa. Ele marcou quatro vezes e deu uma assistência, mostrando que está pronto para assumir o protagonismo. Sem Raphinha, que se machucou, ele se tornou a referência no ataque. A flexibilidade que Ancelotti busca com um falso 9 também ajudou a fortalecer o meio-campo.
Desde a estreia do técnico, o time passou por várias mudanças. Vini foi o único atacante mantido na escalação inicial para a Copa do Mundo. No meio-campo, Bruno Guimarães e Casemiro continuam firmes, enquanto na defesa apenas Marquinhos se manteve como titular desde o início, junto com o goleiro Alisson.
### Ajustes e Alternativas
Ancelotti tem testado diferentes formações e jogadores em várias posições. No meio-campo, Gerson deu lugar a Lucas Paquetá. No ataque, Matheus Cunha se destacou nas últimas partidas, enquanto Igor Thiago foi testado em um jogo anterior.
Nas laterais, algumas mudanças também foram necessárias. Vanderson começou como titular, mas lesões levaram a ajustes na equipe, como a entrada de Danilo. Na esquerda, Douglas Santos ganhou a vaga de Alex Sandro.
### Expectativas para o Jogo Contra o Japão
Sobre a escalação para a partida contra o Japão, Ancelotti sempre afirma que não se limita a apenas 11 jogadores. Embora a vitória contra a Escócia tenha sido convincente, isso não garante que a mesma formação será mantida. Rayan, que se destacou defensivamente e ofensivamente, pode ser uma opção para mudar a dinâmica do time.
Se não houver alterações, a equipe brasileira deve entrar em campo com Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Bruno Guimarães, Casemiro e Lucas Paquetá; Rayan, Matheus Cunha e Vinicius Júnior. A expectativa é alta para ver como o Brasil se sairá nesta nova etapa da Copa do Mundo.