Leila pilotou seu avião e partiu rumo a Salta, na Argentina. O cenário por lá é uma mistura de montanhas e vastas áreas agrícolas, perfeito para a partida que estava por vir: o Athletico enfrentaria o Boca Juniors. Infelizmente, a sorte não estava do lado do Furacão, que perdeu por 1 a 0. O time ficou sem seu artilheiro, Viveros, mas ainda assim, a camisa 9 foi passada a Marco Ruben, um ídolo que deveria estar por perto.
Após essa aventura, Leila trouxe o time de volta por Campinas e seguiu para Bragança Paulista, onde enfrentaram o Bragantino. O resultado? Mais uma derrota, dessa vez por 2 a 1. Assim, o Athletico viu sua jornada se encerrar enquanto as finais da Copa do Mundo aconteciam nos Estados Unidos. Na bagagem, não só duas derrotas, mas também um possível tesouro: vinhos das vinícolas de Cafayate, em Salta, que podem ter trazido um pouco de alegria. Contudo, o problema no meio-campo, que já é conhecido, ainda persiste.
Falando em desafios, o Athletico não está se saindo bem nessa janela de contratações. Com os recursos financeiros apertados, o time decidiu explorar o mercado paralelo, buscando jogadores mais em conta, mas que nem sempre trazem qualidade. Entre as novas aquisições, temos o veterano Gilberto, que foi dispensado pelo Bahia, o zagueiro Dantas, que chega suspenso por uso medicinal de cannabis, e o atacante colombiano Jorge Rivaldo, que está sendo chamado de “jogador do futuro”.
Então, temos um lateral que já passou do tempo, um atacante promissor e um zagueiro com problemas disciplinares. É uma combinação curiosa. E para o meio-campo, ainda sem novidades, a torcida espera que Bruno Zapelli consiga se transformar no “mago” que os argentinos prometeram. Apesar de tudo, o treinador Odair Helmann parece otimista. Em suas palavras, “Está tudo bem, tudo ótimo!”. Ele acredita que, assim que a Copa acabar, os apaixonados pelo futebol poderão voltar a sonhar.