O Paraná Clube está em festa com o sucesso da camisa comemorativa do tetracampeonato da seleção brasileira em 1994. Após a boa aceitação do primeiro lote, a venda de novas camisas já começou, e os torcedores estão ansiosos para garantir a sua. Para quem está interessado, basta dar um pulo na PRC Store, localizada na Sede da Kennedy, na rua Eugênio José de Souza, 1307, no bairro Água Verde.
Essa nova camisa, em um vibrante tom de amarelo com golas azuis, traz uma adaptação especial para os fãs do Paraná. O escudo do clube aparece em um formato que lembra o da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), e são quatro escudos em “marca d’água” na parte da frente. Nas costas, cinco estrelas representam os anos dos títulos mundiais da seleção.
Rodrigo Vaz, supervisor de futebol do Paraná e criador da camisa, explicou que o objetivo era resgatar as memórias afetivas dos torcedores que viveram a década de 1990. Para muitos, essa foi uma época de grandes conquistas, tanto no Campeonato Paranaense quanto na Copa do Mundo. “A camisa de 1994 é marcante. O torcedor se lembra de ícones como Romário e Bebeto, que até hoje estão ligados ao futebol”, comentou Rodrigo.
Com a venda dos dois primeiros lotes, o clube viu as camisas esgotarem rapidamente. Durante a fase de grupos da Copa do Mundo, muitos torcedores já estavam com suas camisas. Recentemente, o Paraná lançou também um modelo azul, que fez sucesso logo no primeiro dia de vendas, com filas se formando na Sede da Kennedy.
O lançamento da camisa não passou despercebido e ganhou destaque em todo o Brasil, recebendo até elogios de torcedores de clubes rivais. Um post do canal de streaming CazéTV, por exemplo, alcançou mais de 109 mil curtidas. “Eu sabia que a torcida do Paraná ia gostar, mas não imaginava que a camisa iria ultrapassar a nossa bolha. Recebemos comentários positivos até de torcedores de fora de Curitiba”, disse Rodrigo, bastante surpreso com a repercussão.
Ele ainda destacou que a camisa, por ser comemorativa e em um clima de Copa, acabou conquistando uma aceitação maior, além do clubismo. “As pessoas viram a camisa como algo especial, e isso foi muito gratificante. Fizemos tudo com muito carinho, e a resposta foi incrível”, finalizou.